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Inovação Tempo de leitura: 2 minutos

Brasil está entre os maiores vendedores globais de sun care

Pesquisa prevê liderança da China no setor que está em ascensão no país

Por: Almir

Foi-se o tempo em que os filtros solares atraíam a atenção apenas de quem queria se expor ao sol. Com os consumidores cada dia mais exigentes, as marcas estão incorporando agentes naturais e sustentáveis às suas formulações. E o mercado sun care, que se mostra apto à uma proteção mais consciente, tem respondido a essa demanda de forma crescente.

De acordo com matéria do Cosmetic Innovation, esses fatores tendem a alavancar as vendas globais de proteção solar nos próximos cinco anos. Com dados da Euromonitor International – empresa de pesquisa de mercado -, a publicação frisa que a venda de protetores solares atingirá US$ 13,4 bilhões até 2025. 

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A pesquisa ainda prevê que o grande impulsionador desse crescimento – mais do que o dobro do registrado entre 2015 e 2020 (9,1%) – será a China. A previsão é que o país faça 51% das vendas no período, desbancando os Estados Unidos da primeira posição. O Brasil figura em terceiro lugar.

O mercado de proteção solar permanece dinâmico no Brasil

Mesmo não liderando o ranking, o país vem atraindo novos players e se tornado palco de investimentos e inovações. Nos últimos meses foram vários os lançamentos de filtros solares. A novidade é que as empresas – tanto brasileiras quanto internacionais – têm, cada vez mais, tentado adequar as suas formulações aos anseios do público ávido por produtos multifuncionais, com um processo de fabricação e entrega mais conscientes. 

Além de incorporar agentes clareadores, antioxidante e anti-age em seus compostos, as marcas têm aliado formas de processo que promovam experiência sensorial, proteção e hidratação de longa duração para todos os tipos de pele, além de evitar o acúmulo de resíduos brancos (descarte da fabricação de produtos biológicos).

No entanto, mesmo com tantas exigências dos consumidores, o Euromonitor aponta que o Brasil atingiu estabilidade nas vendas entre 2015 e 2020 – quando atingiu R$ 3,6 bilhões – e, estima-se no próximo quinquênio, superará os R$ 4,1 bilhões (14,5%), num desempenho semelhante ao dos Estados Unidos.