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Silver beauty: desafios e tendências do mercado de cosméticos para maioridade

Veja o que o setor da beleza tem feito para estimular a autoestima – e consumo – do público com mais de 50 anos

Por: Redação

A pandemia criou um novo tipo de consumidor: o público que assumiu os fios brancos. Com o confinamento imposto pelos protocolos do Covid-19, muitas pessoas – sobretudo mulheres – resolveram assumir os fios de cabelo branco.

Mas esse público já é alvo da indústria da beleza há algum tempo. Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde, em 2050, a população mundial com 60 anos ou mais será de 2 bilhões de pessoas. No Brasil não é diferente: em 2060, 25,5% da população do País terá mais de 65 anos de acordo com a projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Diante à pesquisa, o site Talk Science traz uma reflexão interessante sobre os desafios do mercado de beleza para o público silver beauty ou beleza prateada.

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O que é o conceito silver beauty?

O silver beauty já é considerado um setor da economia cosmética e é definido pela Oxford Economics e Technopolis Group como o montante referente às atividades econômicas que atendem ao público que já passou dos 50 anos, inclusive relacionadas a produtos cosméticos.

O Talk Science frisa que o primeiro desafio da indústria da beleza é não direcionar suas linhas de produtos apenas para a proposta do rejuvenescimento, mas para produtos específicos que visam auxiliar na manutenção e equilíbrio da barreira com o intuito de minimizar os efeitos do tempo na pele.

Para eles, os destaques do setor devem ser os cosméticos anti aging, os cosméticos com probióticos e prebióticos, as marcas indie e os tratamentos conectados e personalizados com produtos voltados a não mascarar a passagem do tempo.